O Agility Pro Involves é um sistema em plataforma web, ou seja, não requer instalação em computadores e pode ser acessado de qualquer lugar conectado à internet. Desenvolvido com tecnologia Adobe Flex e padrões RIA (Rich Internet Application), possui uma interfaceinterativa e inovadora. É utilizado na gestão e operacionalização de campanhas que utilizam mão-de-obra em campo, como promotores de venda e pesquisadores de campo.
O seu principal diferencial é a agilidade da informação, com possibilidade de utilização de dispositivos móveis para aplicação de pesquisas e consolidação de dados em tempo real. Assim que os dados são abastecidos, através dos dispositivos móveis ou de uma interface web, são automaticamente gerados ou incrementados relatórios e gráficospara apoio à tomada de decisão. Os relatórios podem ser acessados diretamente no sistema ou exportados para formatos Excel e Pdf.
As automatizações nos processos de negócio promovidas pela implantação do sistema resultam em uma redução significativa de dados errados e inconsistentes durante as coletas, evitando retrabalho e gerando redução de esforços e de custos desnecessários.
Outro ponto que merece destaque é o cruzamento de dados, que permite a identificação de tendências de mercado. Para isso, o sistema conta com uma ferramenta de BI – Business Intelligence. O gerente da campanha trabalha com o cruzamento das variáveis que tem à disposição, formando automaticamente gráficos interativos, de forma dinâmica.
O cliente pode ter uma noção exata da abrangência da campanha, por meio do georeferenciamento dos pontos-de-venda.Esta funcionalidade permite a visualização dos pontos-de-venda em um mapa interativo.
O sistema possui diferentes perfis de acesso: clientes, gerentes da campanha, supervisores e promotores têm acesso restrito às funcionalidades com que trabalham.
Os clientes visualizam os relatórios e gráficos das suas campanhas e podem acompanhar em tempo real através de sua área restrita.
Visando manter alto o padrão visual dos produtos nas gôndolas, os layouts de gôndolas podem ter uma cópia fiel virtual no sistema. Os promotores podem visualizar os layouts virtuais através dos dispositivos móveis, e capturar fotos dos layouts reais das gôndolas. Quem gerencia a campanha pode então comparar o layout virtual (planejado) com o real.
Além dos dados, também podem ser coletadas fotos nos pontos-de-venda da campanha através dos dispositivos móveis. A coleta de fotos também pode ser realizada com máquinas digitais, sendo as imagens posteriormente inseridas nos álbuns da campanha.
Os dispositivos móveis possibilitam também a comunicação em tempo real entre base operacional e equipe de campo. As mensagens transmitidas trafegam via plano de dados, e não como SMS (torpedos), reduzindo custos.
Há também a possibilidade de monitoramento da equipe de campo, cálculo de distâncias percorridas e controle de rotas, através de tecnologia GPS.
É sempre importante contar com uma equipe comprometida com os resultados. Para apoiar a gestão de pessoas, o Agility Pro Involves conta com uma ferramenta de avaliação de desempenho dos promotores alocados na campanha. No modelo proposto, são convidados a participar da avaliação os varejistas e supervisores da equipe de campo. Os itinerários de promotores podem ser programados no módulo de roteirização.
A equipe Involves possui expertise em integração de sistemas (SOA), abrindo possibilidades de integração com sistema ERP do cliente que utiliza o Agility Pro Involves.
A grande vantagem proveniente da utilização dos dispositivos móveis é a obtenção de valiosas informações em tempo real. Sabe-se que na atual dinâmica do mercado uma informação de 24 horas atrás, por exemplo, já pode ser considerada antiga. Assim, os dispositivos móveis são considerados um diferencial competitivo que agrega muito valor à tomada de decisão ágil. Afinal, todos querem estar à frente de seus concorrentes. Enquanto os concorrentes tomam decisões com base em informações antigas, o Agility Pro Involves possibilita à empresa uma conexão em tempo real e a identificação de tendências. Ou seja, os concorrentes ficam no passado, enquanto a empresa trabalha com base no presente e no futuro projetado, em tempo real.
O que você está fazendo pela sociedade? Se quiser ajudar de alguma forma, mas ainda não sabe como, apresentamos a Saúde Criança Florianópolis. Trata-se de uma organização sem fins lucrativos brasileira, inovadora e transparente, com sede na capital catarinense. Faz parte da Rede Saúde Criança, que inclui 25 organizações que utilizam a metodologia do plano da ação da família, criada em 1991 pela pediatra carioca Dra. Vera Cordeiro na Saúde Criança Renascer.
A organização apóia famílias de crianças encaminhadas pelo Hospital Infantil Joana de Gusmão, atuando diretamente no vínculo entre pobreza familiar e doença infantil. Graves problemas familiares como moradia precária ou superlotada, falta de saneamento, renda familiar insuficiente e outros interferem diretamente no tratamento infantil. Muitas crianças tratadas no hospital retornam ao seu lar e se deparam novamente com estes problemas, voltando ao estado enfermo anterior ao tratamento. Assim, as crianças retornam ao hospital com freqüência. A Saúde Criança busca quebrar este ciclo de miséria indo além do assistencialismo, almejando transformar no longo prazo a situação econômica de cada família.
Para saber como ajudar ou fazer parte da organização, conheça o novo site da Saúde Criança Florianópolis (http://www.saudecriancafln.org.br). A organização é formada por pessoas com paixão, visão e compromisso.
2 Comentários Escrito por: André Krummenauer em 08.06.10
Sabemos que a cada dia que se passa a demanda na comunicação cresce. O grande objetivo é integrar as diversas ferramentas, como teleconferência, telefonia, mensagens instantâneas, emails, entre outros, caracterizadas por grande mobilidade, necessidade de contato imediato, fácil e eficaz. As organizações buscam isso, e vai se tornando algo cada vez mais crucial para sua sobrevivencia. Com isso, soluções de voz sobre IP se tornam uma tendência mundial e com grande crescimento no mercado de comunicação unificada, da sigla Unified Communication (UC).
A adoção de UC nas corporações está relacionada também aos benefícios dessa estratégia para a produtividade das empresas, que podem desfrutar da integração de dispositivos móveis em um sistema de telefonia IP – voz e dados em uma mesma tecnologia -, acessível onde quer que o usuário esteja. Aqui, a redução dos custos de telefonia é imediata e de grande proporção.
Quem estudou o PMBoK (Project Management Body of Knowledge), o conjunto de práticas em gestão de projetos que constituem a metodologia do PMI (Project Management Institute), e se depara com metodologias ágeis como o Scrum ou Extreme Programming (XP) consegue identificar mais similaridades que divergências. A metodologia do PMI é genérica, adaptável aos mais diversos tipos de projetos. O planejamento em iterações curtas, o principal ponto das metodologias ágeis, na linguagem do PMBoK pode ser denominado planejamento em ondas sucessivas. Cada iteração (ou sprint, na linguadem do Scrum) é um ciclo, que, seguindo o PMBoK, passa por fases de iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle, e encerramento. O PMBoK sugere processos para cada uma destas fases.
Durante as últimas semanas, diversos meios de comunicação publicaram que situação entre a Adobe e a Apple não vai nada bem. Não somos amantes da Apple nem grandes defensores da Adobe, ambas tem suas razões no que dizem, mas em meio a essa batalha existem consumidores perdidos e empresas de desenvolvimento que precisam se adequar.
Quem possui um Ipod Touch, por exemplo, eventualmente visita sites que não possuem uma versão mobile específica, e apresentam Flash no seu conteúdo. Muitas vezes a indisponibilidade do conteúdo flash compromete a navegação, e o visitante, sem ter o que fazer, abandona o site. Ou seja: perde o cliente, que não encontra o que deseja, e perdem também o site e sua empresa mantenedora, que frustra um cliente.
O que esse cliente deve fazer? Comprar um Nexus One (telefone da Google que roda conteúdos Flash) ou outro telefone? Fechar o site e se conformar? Esse é o ponto de vista do usuário, o cliente final. Agora vejamos outra perspectiva: aqui na Involves desenvolvemos muitos de nossos sistemas em Flex (da família Adobe). O Flex gera um arquivo SWF que roda em uma página HTML, exatamente como se faz no Flash. Ou seja, ao acessar um de nossos sistemas em um Iphone, Ipod Touch ou Ipad, o usuário irá se deparar com o famoso “Lego Azul”, que indica a existência de um conteúdo SWF.
Nesse momento temos duas saídas, até três. A primeira seria utilizar tecnologias alternativas, passar toda a camada de visualização para um HTML, utilizar Ajax, utilizar algumas APIs para melhorar o aspecto da interface, e perder grande parte da usabilidade e interatividade promovidas pelo Flex. A segunda seria adquirir um Mac e desenvolver com o seu SDK específico para Iphone, Ipod e Ipad. Ou seja, aprender uma nova linguagem de programação, estudar, estudar e estudar. A terceira seria alertar o usuário que o sistema é em Flex e não poderá ser executado em uma dessas plataformas da Apple, e fim de papo. Com exceção da terceira opção, a Adobe é a maior prejudicada.
Há duas semanas com o lançamento da suíte CS5 da Adobe acreditou-se que veríamos o Flash rodando perfeitamente no Iphone, ledo engano. O que vimos foi uma “carta-artigo” de Steve Jobs (veja aqui) no site da Apple, e um vídeo mostrando como o Flash desbanca fácil o HTML5 e o Javascript no site da Adobe (veja aqui).
Em um tempo que se fala tanto de convergência digital, ou seja, dispor para os usuários a maior gama possível de serviços nas mais diversas plataformas, de forma integrada, é um retrocesso ver duas empresas desse porte divergirem tanto nesse aspecto. Deveria se pensar nos clientes finais e parceiros de desenvolvimento, mas a realidade nesse caso é justamente o contrário.
2 Comentários Escrito por: Leonardo Coelho em 06.05.10
Dando continuidade aos posts voltados para o desenvolvimento de aplicações mobile, vou aproveitar o post do Leonardo, que comentou sobre sites com versões mobile, para apresentar o Nokia WRT (Nokia Web Runtime).
O Nokia WRT é uma plataforma de desenvolvimento que auxilia na criação de aplicações web stand-alone (widgets) que são executados em dispositivos Symbian. Widgets usam padrões de tecnologias web como HTML, JavaScript, Ajax e CSS. Eles podem ser considerados uma página web sem um browser, com a vantagem adicional da integração com os recursos da plataforma Symbian. O framework WRT oferece aos desenvolvedores um conjunto de componentes amigável ao desenvolvimento de widgets.
Existem ainda bibliotecas, como é o caso da Guarana UI, desenvolvida por brasileiros do Instituto Nokia de Tenologia de Manaus que dispõe de um conjunto de componentes gráficos customizáveis, frameworks de aplicação e templates que podem ser usados para criação de interfaces gráficas na plataforma Nokia WRT. O Guarana UI é baseado na biblioteca JQuery e é compatível com dispositivos S60 5a edição.
Vou aproveitar o post sobre redes sociais feito pelo Pedro para dar continuidade ao assunto.
Neste post vou falar um pouco sobre problemas de escalabilidade (horizontal) dos sistema gerenciadores de bancos de dados, focando em redes sociais que crescem demasiadamente, porém, o que está aqui também vale para os demais sistemas que possuem grandes(monstruosos) volumes de dados.
A web está mesmo cada vez mais presente em nossas vidas. E claro, o mercado publicitário, observando este comportamento do mercado consumidor, seguiu a tendência. Uma prova disso são os resultados atingidos pelo Google em 2009: faturamento de US$ 23,650 bilhões e lucro de US$ 6,52 bilhões (fonte: Uol Economia). O mercado publicitário se reinventa constantemente: surgiram e continuam surgindo diversas novas formas de anunciar produtos e serviços. Leia mais…
1 Comentário Escrito por: André Krummenauer em 29.03.10
Não é novidade que fenômeno das redes sociais tomou conta da internet nos últimos anos, o crescimento exponencial de redes como Orkut, Facebook, Myspace, Twitter, entre outros, é espantador. As redes sociais, em sua maioria, são utilizadas como meio de comunicação entre as pessoas, exposição de multimídia (fotos e vídeos), ou seja, em geral são utilizadas nos momentos de lazer das pessoas.
Muitos executivos estão começando a trazer as redes sociais para dentro das suas empresas. Mas por que?
Geralmente pensa-se que este tipo de atividade diminuiria o rendimento do trabalho dos funcionários, no entanto em corporações com alta necessidade de inovação, tem-se obtido resultados muito positivos.
Sabe-se que a inteligência organizacional é desenvolvida através do convívio social entre diferentes indivíduos, e as redes sociais podem proporcionar isso. A troca de idéias entre os funcionários na rede funciona como um “brain storming”, originando novas ideias para a corporação, dando origem a discussões construtivas, propiciando que a INOVAÇÃO seja agregada à cultura da empresa. Um dos fatores que facilita este intercâmbio é a quebra das barreiras de hierarquia da empresa: dentro da rede social todos são iguais e terão a mesma chance de manifestação, mesmo aqueles que geralmente não tem tantas oportunidades. Além disso, a rede social se torna um repositório de informações, que podem ser reaproveitadas como um sistema de KM (Knowledge Management ou gerência de conhecimento), outra ferramenta de extrema importância para desenvolvimento de inteligência organizacional.
Melhor que envolver os funcionários, é possível integrar os clientes e os fornecedores da corporação dentro da rede social, criando uma maneira muito mais interessante e informal de comunicação, sendo possível obter feedbacks alternativos, e mais uma vez quebrando barreiras de comunicação.
Ainda são raras as empresas que internamente utilizam redes sociais. No entanto, são muitas as empresas entrando para as redes sociais visando estabelecer novos canais de comunicação, e não estamos falando apenas de anúcios em sites, mas sim de interação com os clientes. A todo instante existem pessoas opinando sobre os produtos das empresas, e é de extrema importância acompanhar estas opiniões, além de tornar a marca da corporação muito mais presente na vida dos clientes. Para fechar este post, segue um vídeo muito interessante da AgenciaClick sobre redes sociais, vale a pena conferir.
Um grande abraço!
2 Comentários Escrito por: Pedro Galoppini em 14.03.10
Desde o dia 08/03 quem acessou o site da Involves (http://www.involves.com.br) através de celular, PDA ou Smartphone teve uma surpresa: a versão mobile do nosso site.
O aumento do uso destes dispositivos para acessar a Internet resultou em uma tendência de disponibilização de um website em duas versões: uma para PCs, notebooks, netbooks e afins; e outra para estes dispositivos menores. Abaixo estão listadas algumas razões para o crescimento desta tendência:
1 – O tamanho (resolução) do site: a maioria dos sites atualmente são projetados na resolução 1024×768, por ser utilizada por grande parte dos usuários. Torna-se praticamente inviável a navegabilidade destes sites em um Nokia N95 ou um Iphone, por exemplo, que na posição vertical possuem respectivamente resoluções de 240×320 e 320×480.
2 – A diversidade de tecnologias: em geral, telefones e PCs suportam as mesmas tecnologias (HTML, Java e Flash, por exemplo). No entanto, há vários telefones que ainda não possuem essa versatilidade. O exemplo mais comum é o Iphone, que até o momento não suporta Flash em seu navegador padrão (Safari). Aparentemente, a Adobe já está trabalhando nisso (no YouTube há vídeos de Iphones rodando Flash). Contudo, a imensa maioria dos Iphones ainda não suportam a tecnologia. Sendo assim, um website específico que utilize o menor número possível de tecnologias viabiliza o acesso a 100% do conteúdo pela maioria dos dispositivos.
3 – Usabilidade: você sabia que sites versão mobile são geralmente mais usuais que sites em versão tradicional? Quem disse isso foi Jakob Nielsen (expert em Usabilidade para web). Isto porque na versão tradicional a quantidade excessiva de conteúdo apresentada dificulta a navegação, enquanto que na versão mobile o usuário vai (ou pelo menos deveria ir) direto ao assunto. O resultado é uma navegabilidade muito mais veloz.
Com o aumento do acesso à web via celulares, observa-se o reposicionamento de diversas empresas produtoras de tecnologia: muitos de seus aplicativos com versões tradicionais para PC agora possuem também uma versão mobile. Torna-se cada vez mais importante pensar em uma versão reduzida para qualquer projeto web. No caso do site em versão mobile, é ainda mais importante planejar o conteúdo. Quando comparado à versão tradicional do site, a mobile deve ter o conteúdo consideravelmente reduzido. Por outro lado, não se deve podar excessivamente o conteúdo, pois o resultado pode ser inverso: o usuário acaba por não encontrar o que realmente procura. O caminho ideal é procurar um equilíbrio. É fundamental também realizar testes de usabilidade, com o intuito de melhorar a experiência de navegação do usuário.
Então, está curioso para ver o site mobile da Involves? Pegue seu celular e acesse nosso site! Esperamos que goste e deixe sua opinião para que possamos melhorar ainda mais.
Um grande abraço a todos e até a próxima!
Referência: http://www.useit.com/ (site do Jakob Nielsen).
2 Comentários Escrito por: Leonardo Coelho em 10.03.10